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Historial
Desde os tempos mais remotos que o Mondego tem vindo a brincar com o Homem, aumentando de caudal e extravasando as margens no Inverno e quase secando no Verão. A construção da Barragem da Aguieira, Barragem da Raiva e, mais recentemente, do Açude-Ponte em Coimbra, trouxeram alguma acalmia ao irrequieto Bazófias, e permitiram que as populações começassem a olhar o Mondego com outros olhos e novas ideias.

E os desportos náuticos seriam naturalmente uma das ideias a explorar, aproveitando as características das albufeiras referidas mas principalmente do Açude-Ponte, finalizado no início da década de oitenta. Assim, e como quase sempre sucede na cidade das capas negras, foi a "estudantada" quem primeiro se lançou na criação de uma estrutura organizativa capaz de permitir aproveitar a magnífica albufeira que nasceu em Coimbra. Da ideia ao abaixo-assinado foi um passo, e daí até à criação da Secção de Desportos Náuticos (SDN) foi outro. Nascia assim, a 5 de Abril de 1982, uma das mais recentes Secções da AAC, com a constituição da sua Comissão Instaladora.

A vela foi o primeiro amor da SDN: o X4, barco de vela com um tripulante, foi a primeira embarcação a fazer parte do inventário da Secção, que recorria frequentemente ao empréstimo de barcos dos seus sócios para as suas actividades. Logo no ano de 1982 realizou-se a primeira regata em Coimbra - a hoje internacional Regata Queima das Fitas, com mais de 700 inscritos nos últimos anos, o maior evento desportivo da cidade em 2004 e 2005. As Instalações Náuticas da extinta Direcção Geral dos Desportos, no Choupalinho, eram a base de apoio à actividade náutica, que logo de seguida evoluiu para o Remo.

Logo no ano seguinte, em 1983, a SDN associou-se às comemorações do 17 de Abril e da evocação da intervenção de Alberto Martins, Presidente da AAC em 1969, aquando da visita à Universidade de Coimbra de Américo Tomás. Com as primeiras regatas de Windsurf e Vela no Mondego abriu-se a porta a mais uma modalidade: a Prancha à Vela, na qual a SDN chegou a conquistar um título de Campeão Nacional Universitário. No entanto, a data mais marcante seria 22 de Maio desse ano, já que foi nesse dia que se estreou em competições oficiais a equipa da Académica, participando no Campeonato Nacional de Velocidade de Yolle (remo), disputado em Vila Franca de Xira.

Esses tempos iniciais eram de grande dificuldade: à inexperiência dos dirigentes juntava-se a juventude da Secção, que tornava difícil a angariação de verbas. Por isso, a SDN virou-se para a organização de grandes eventos em Coimbra, conseguindo realizar durante uma década os Campeonatos Nacionais de Remo Jovem. Tornava-se desta forma mais visível a SDN e mais fácil a obtenção de patrocínios.

Por outro lado, a partir de 1986 a SDN entrou no restrito clube dos “Campeões Nacionais” na modalidade de remo. Essa visibilidade deu-lhe o ensejo de organizar em Coimbra duas regatas entre as famosas universidades de Oxford e Cambridge, a última das quais em 1989, integrada no 2º Congresso Nacional de Remo. Essa foi talvez a edição mais bem organizada de sempre, tendo ajudado ao grande prestígio organizativo de que goza actualmente a SDN, além de ter contribuído significativamente para a atribuição do galardão de "Modalidade do Ano em Coimbra" à SDN nesse mesmo ano. De recordar que já em 19 88 a SDN havia sido agraciada como a "Figura Desportiva do Ano em Coimbra", prémios atribuídos pela comunicação social.

A partir de 1990 a SDN deu o passo que lhe faltava. A “contratação” de Rascão Marques, antigo treinador de alguns clubes das ex-colónias e do Ginásio Clube Figueirense, possibilitou o salto qualitativo que faltava: de 90 a 97, ano em que se retirou, Rascão Marques conquistou como treinador cerca de 40 títulos nacionais. Foi tempo da 1ª participação de atletas da SDN em Campeonatos do Mundo (92), Universíadas (93), Campeonato Mundial Universitário (94), Coupe de la Jeunesse (95 e 96), Campeonatos Mundiais de Juniores e novamente Seniores (97). Além dos 2 anos em que ficou em 2º lugar do Ranking Nacional de Clubes…

Já no séc. XXI a SDN alargou o seu espectro de actividades. A formação náutica de recreio e, mais recentemente, o mergulho trouxeram novos públicos aos desportos náuticos. As parcerias estabelecidas pretendem-se alargar a novos pontos de interesse, aproveitando a “revolução” do Programa Polis em Coimbra.

O “maravilhoso mundo do silêncio”, como o descreveu Jacques Cousteau, é agora um dos mais dinâmicos sectores da SDN. Com quase uma centena de mergulhadores formados desde 2002, o desejo de conhecer mais do planeta que alguns dizem dever chamar-se Água e não Terra tem levado a vários pontos da costa portuguesa e de outros países grupos de “scuba divers” da cidade dos estudantes. Não é silencioso, esse Mare Nostrum, mas é sublime, sem dúvida…

E esta é, a traços (muito!) gerais, a história da Secção de Desportos Náuticos da AAC.



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